Direito Previdenciário

Tem fibromialgia e a dor está te impedindo de trabalhar?

Você pode ter direito a benefícios do INSS.

Fale agora com a equipe de Direito Previdenciário do Clécio Souza Advogados Associados e entenda quais benefícios podem se aplicar ao seu caso.

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Fibromialgia dá direito a benefício do INSS?

Pode dar, mas a fibromialgia por si só não garante o benefício automaticamente. O que a legislação exige é a comprovação, por perícia médica do INSS, de que a doença causa incapacidade para o trabalho — seja ela temporária ou permanente. Por isso, laudos médicos detalhados e atualizados são essenciais para fortalecer o pedido.

A dor generalizada, a rigidez muscular, a fadiga e as dificuldades de concentração (conhecidas como "fibro fog") associadas à fibromialgia podem, dependendo da gravidade, comprometer significativamente a capacidade de trabalhar — e é justamente essa limitação que precisa ficar clara na perícia.

CID-10: a fibromialgia é classificada sob o código M79.7, usado pelos médicos nos laudos e essencial para a análise do INSS — embora o código, isoladamente, não garanta o benefício.

Quais benefícios você pode buscar?

Auxílio-doença

Para quando a incapacidade para o trabalho é temporária, com afastamento por mais de 15 dias.

Aposentadoria por invalidez

Para quando a incapacidade é total e permanente, sem possibilidade de reabilitação para outra função.

Aposentadoria da pessoa com deficiência

Modalidade que passou a ser uma opção para quem tem fibromialgia após mudança recente na legislação — pode ter regras de cálculo mais vantajosas em alguns casos.

BPC/LOAS

Benefício assistencial para quem está em situação de vulnerabilidade econômica, dependendo da gravidade da doença e da renda familiar.

Mudança recente na legislação

Atualização

Uma lei recente (Lei 15.176/2025) passou a reconhecer a fibromialgia como deficiência para efeitos legais, o que abriu a possibilidade da aposentadoria da pessoa com deficiência para segurados com essa condição — uma via que pode ter regras de cálculo diferentes das demais. Como se trata de uma mudança recente, as interpretações e a aplicação prática ainda estão se consolidando nos tribunais e no próprio INSS. Recomendamos conversar com nossa equipe para entender como essa novidade pode se aplicar ao seu caso específico.

Requisitos gerais

// SOBRE O ADVOGADO

Clécio Souza do Espírito Santo

OAB/PB 14.463 — Sócio fundador

À frente do Clécio Souza Advogados Associados há mais de 15 anos, com atuação em Direito Previdenciário, Civil, Trabalhista, Criminal e Empresarial, sediado em João Pessoa/PB e com atendimento em todo o Brasil.

Conduz pedidos de benefícios por incapacidade, incluindo casos de fibromialgia e outras doenças de difícil comprovação pericial, com atenção especial à documentação médica e à preparação do segurado para a perícia.

O que dizem nossos clientes

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"Ótimo atendimento, muito educado e objetivo. Parabéns!"

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"Fui muito bem atendido e orientado. Escritório muito organizado."

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"Equipe séria e competente, recomendo para quem procura assessoria jurídica."

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Dúvidas frequentes

Não. O diagnóstico é o ponto de partida, mas o INSS exige a comprovação de que a doença efetivamente impede o trabalho, por meio de perícia médica. É por isso que laudos detalhados, exames e o histórico de tratamento são tão importantes.

Porque a dor crônica é um sintoma subjetivo, sem um exame de imagem que a "comprove" diretamente, como aconteceria com uma fratura, por exemplo. Isso exige uma documentação médica mais robusta e consistente ao longo do tempo para convencer o perito da real limitação.

É possível recorrer administrativamente ou entrar com ação judicial, solicitando nova perícia — muitas vezes com um médico diferente, o que pode mudar o resultado. Nossa equipe analisa o motivo da negativa para definir a melhor estratégia.

Com a mudança recente na legislação, essa possibilidade passou a existir para alguns segurados. Como o tema ainda está se consolidando na prática, o ideal é avaliar com nossa equipe se essa via é mais vantajosa que as demais no seu caso específico.

Laudos médicos atualizados com o CID M79.7, relatórios de acompanhamento contínuo, receituários, exames complementares e qualquer documento que demonstre o histórico e a evolução da doença ao longo do tempo.

Veja se você pode ter direito a um benefício

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